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Estou só a dizer coisas ...

um espaço para a reflexão e partilha ...

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Ter ou não ter filhos, eis a questão?

Tri, 25.08.20

Estavam à espera da resposta? Não há, pois está claro. ;)

Se esperam encontrar aqui a resposta aos vossos dilemas existenciais, desenganem-se, apenas quero partilhar convosco as discussões de hora de almoço que tenho tido na empresa.

Agora que temos um papel mais ativo na nossa vida, que podemos escolher o que queremos ser, o que fazer do nosso corpo, da nossa vida, em que queremos trabalhar, se ambicionamos ou não casar, ter filhos e afins, muito se discute sobre a temática…parece que andava tudo entalado!

Durante muitas gerações ter filhos era simplesmente inevitável. Depois do casamento era algo automático e expectável. Hoje em dia, toda gente se questiona (e bem, convenhamos!)

Nestes nossos almoços há defensoras dos dois lados e com os mais diversos argumentos (alguns que não posso deixar de discordar) mas por muito que se discuta não há fórmulas mágicas, nem nenhuma das partes está mais correta que outra, simplesmente temos sonhos e ambições diferentes na vida (nos quais englobamos ter ou não filhos).

(uns fofos para derreter corações)

(uns fofos para derreter corações)

 

O poder do sorriso

Tri, 13.08.20

O nosso Sorriso, atrevo-me a dizer, é uma arma poderosa e uma das mais fortes expressões faciais que temos, é impactante e permite viver a vida de uma forma mais leve.

Quando sorrimos, todos os músculos descontraem (não percebo nada de anatomia, estou só a falar de questões visuais...não sejam assim vá…) e ficamos com uma feição muito mais leve. E isto acontece a todas as pessoas.

Por vezes, basta o sorriso de um estranho para nos alegrar o dia, o porteiro que nos recebeu, uma criança por quem passámos na rua ou mesmo os nossos colegas de trabalho, com quem temos que partilhar tanto do nosso dia.

Como é que algo tão simples como um sorriso nos pode fazer tão bem?

Em última instância, o sorriso pode ser uma demonstração simples e pura de sentimentos sem a utilização de palavras que contagia quem nos rodeia. Já experimentaram?

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Sorrir faz-nos mais leves, mais bem-dispostos e até mais positivos.

Atualmente é algo muito difícil de colocarmos em prática, é um facto, temos que aprender a sorrir com o olhar, um olhar atencioso, solidário, caloroso.

Passamos o nosso dia a correr, em piloto automático, sem reparar efetivamente nas pessoas com quem nos cruzamos, com quem temos que lidar…passamos o dia vazios, por vezes, mas a regra é sempre a mesma: dar para receber. Devemos dar atenção ao próximo, um ‘Bom Dia’ que nunca fez mal a ninguém, um olhar atencioso, sorrir sempre que possível pois ilumina o dia dos que connosco se cruzam e, como já disse, contagia pelo que passamos a receber mais sorrisos de volta.

Vamos sorrir mais?

o Amor

Tri, 17.10.18

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É o amor que nos rege nesta vida (ou deveria ser).

E não necessariamente amor de romance. Podemos, e devemos, ser preenchidos pelo amor entre amigos, família, pelos animais, pelo trabalho, lugares, coisas e momentos.

 

Devia mesmo ser a palavra de ordem do nosso dia-a-dia, mas não sei porquê nem sempre é assim tão simples.

Mas, na verdade, até pessoas que não te conhecem te podem dar algum tipo de amor, em forma de pequenos gestos, de atenção, de carinhos…vemos isso recorrentemente no nosso voluntariado diário.

 

E que bem que sabe!

 

Sem nos darmos conta, o Amor está presente em todos os minutos das nossas vidas. Quando lhe damos mais relevância as coisas tornam-se mais claras e reconhecemos efetivamente esse amor. Ainda assim, mesmo sem nos apercebermos o amor vai marcando a nossa vida.


E isso deveria ser regra obrigatória na vida de todas as pessoas!

 

O Amor é aquele sentimento bom, cheio de luz, que nos preenche, que nos faz sentir plenos. O Amor é muita coisa e demonstra-se das mais diversas formas.

 

Amor é quando uma simples recordação te deixa com um sorriso na cara; é quando te sentes repleto de um sentimento que parece que transborda e que não consegues conter.

 

O amor verdadeiro é aquele que nunca é abalado, que resiste a qualquer adversidade da vida, por muitas dificuldades, discussões, chatices ou momentos menos bons, tudo é ultrapassável porque esse amor é forte o suficiente para que tudo passe e as pessoas se unam.

 

É também, provavelmente, a palavra mais difícil que existe porque é aquela que toda a gente sabe o que quer dizer, mas todos temos dificuldade em explicar.

 

Amor é querer pertencer ao outro, não por submissão ou posse, mas por entrega; é aquele que nos faz esquecer tudo só por estar na presença de Alguém que nos é especial.

 

Amor é pensar que sem esse alguém o teu mundo parece que vai desabar e que não sabes como será a tua vida sem esse Alguém.

 

O Amor é um sentimento tão forte que é difícil de explicar, creio que por muitas palavras que se usem parece que nada é suficiente para expressão o sentimento em si; as palavras em si não chegam, é muito mais que isso, não cabe em nenhuma palavra.

Por isso o amor deve ser demonstrado, os pequenos atos repletos de amor, não apenas dizer um ‘Amo-te’ sentido.

 

O Amor motiva a necessidade de proteção e pode-se manifestar de diferentes formas entre os seres humanos, pois falamos de amor para com os nossos pais, com a nossa ‘cara-metade’, com a nossa família, etc.

 

Amor é saber ouvir, é abraçar nos momentos difíceis, é limpar as lágrimas depois de as deixar correr. É apoiar os sonhos do outro como se fossem nossos.

 

Amor é partilhar sonhos e conquistas conjuntas, é partilhar a última fatia do bolo, é dar incomensuravelmente.

 

Amor é tudo o que há de bom para se viver.

a vida muda e nós acompanhamos

Tri, 26.09.18

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 "Por vezes temos que abandonar a vida que tínhamos planeado, pois já não somos aquela pessoa que fez aqueles planos.”

 

A vida muda, assim como os objetivos que tínhamos traçado. E eu acredito que todas essas mudanças trazem aprendizagem e experiência.

 

Não obstante, para mim, que adoro planear e organizar tudo, no início fico um pouco à nora, mas com perseverança tudo se encaixa, simplesmente se adapta. Por vezes, o que estava a ser protelado passa a ser prioridade, o que era prioridade acaba por perder importância.

 

Começamos a capacitar-nos de que alguma coisa tem de ficar pelo caminho, temos de definir prioridades e escolher o essencial para os próximos tempos.

 

E de facto a vida muda tanto, nós crescemos, os nossos gostos e hábitos mudam, a nossa paciência para determinados acontecimentos deixa de existir e a nossa abertura para tantos outros passa a fazer parte de nós. Parece que nos tornamos, aos poucos, num novo ser.

 

Eu estou nessa fase em que preciso de parar e perceber. Perceber quais são, afinal, as minhas prioridades; que decisões devo tomar na minha vida profissional (mudo, não mudo…adapto, como o conseguirei fazer?!); perceber em que projetos a nível pessoal devo investir; perceber como cuidar melhor de mim (se eu não o fizer, quem o vai fazer, certo?!); tirar tempo para mim, simplesmente.

 

Ter também mais e melhor tempo para a escrita …não apenas a escrita neste blog, mas os meus bloquinhos que gosto de ir enchendo com pensamentos. Não escrevo particularmente bem, mas não deixa de me fazer bem…digamos que é uma espécie de terapia (como dizia o do anúncio:” deita cá p’ra fora!”)

 

Acho que este ano foi muito importante para tomar consciência de mim, para investir em mim, para aprender muito e muitas coisas distintas, para ir mudando o meu estilo de vida e acho que 2019 vai ser o meu ano!

observar e imaginar

Tri, 18.06.18

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Eu sempre sonhei acordada!

 

Fazia histórias na minha cabeça, não só totalmente imaginárias, como sobre a minha vida: se fosse ter um qualquer momento/evento importante delineava na minha cabeça todos os cenários e falas possíveis de acontecer nesse momento.

 

Sempre tive uma boa imaginação (se calhar tinha muito tempo livre…huuuum…just saying).

 

E, aliado a tudo isso, sempre fui (e sou!) muito observadora e quando falo em observação, não é só com os olhos. É usar os cinco sentidos para observar o que nos rodeia. Ouvir as ondas a rebentar, cheirar o perfume das flores, saborear um chocolate, sentir a relva nos pés, ouvir os autocarros a passar e olhar as pessoas à minha volta.

 

Sempre gostei de observar as pessoas. As pessoas são tão naturais quando não sabem (ou não presentem) que estão a ser observadas. Gosto de estar na praia a ver as pessoas que passam à beira-mar nas suas caminhadas, ou que cuidadosamente espalham o creme nas crianças. Gosto de observar as pessoas apressadas a correr para o metro. Gosto de as observar nos transportes com todos os seus hábitos, a dormitar, a ler um jornal, a utilizar o telemóvel e ir trocando mensagens e sorrindo para o mesmo.

 

As pessoas são genuínas quando não sabem que estão a ser observadas. Gosto de me sentar no centro comercial (das poucas vezes que lá vou) e olhar as pessoas a entrar e a sair das lojas carregadas de sacos de compras. E gosto de imaginar. Imagino quem serão essas pessoas. Que vidas terão, porque andam tão apressada. Já aconteceu conhecer pessoas de vista, imaginar como seriam as suas vidas e depois conhecê-las melhor.

 

Eu gosto de observar, e dar largas à imaginação, de forma que algumas pessoas não me despertam a atenção. Ou são muito apressadas ou têm cara de poucos amigos, e à luz da minha imaginação parecem-me desinteressantes.

 

Mas também a quem importa a história que se forma na cabeça das pessoas que observam ;)

 

E vocês, observam pessoas ou pelo contrário, sentem-se muitas vezes observados?

podemos recomeçar?

Tri, 14.06.18

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Todos temos momentos na vida em que cometemos erros e por muito que tentemos ter pensamento positivo e atrair coisas positivas…há momentos em que simplesmente parece que o universo se esqueceu de nós…

 

O erro faz parte da vida (é mesmo bom que aconteça) faz com que possamos aprender, ver novas perspetivas sobre a vida, perceber o que funciona ou não, faz-nos crescer!

Mas depois temos momentos em que o tal erro acarreta consequências elevadas e, depois, temos que ser fortes o suficiente para as aceitar.

 

Será que não podemos simplesmente recomeçar? Passar uma borracha e recomeçar, tudo direito desta vez, sabendo já o que não fazer…(era tão bom que assim fosse)

 

Há alturas em que parece que se torna difícil sermos positivos…

 

Certo é que todos temos consciência que as nossas vidas derivam do somatório entre as nossas atitudes, escolhas e decisões. Daí que nem sempre o que planeamos é cumprido ou funciona.

Mas todos sabemos também que derrotas e conquistas fazem parte do nosso crescimento enquanto individuo, temos que atravessar adversidades, umas com maior dificuldade que outras.

 

 E aí surge o sucesso do nosso desenvolvimento pessoal; surge porque aprendemos com os nossos erros, porque transformamos os fracassos em oportunidades para fazer melhor, é assim o nosso recomeço, mais seguro e tranquilo sabendo de antemão o que não devemos fazer ou dizer.

 

Afinal de contas sempre há recomeços….não voltamos à estaca zero mas temos uma grande vantagem connosco: a aprendizagem obtida. Muitas vezes não temos oportunidade de reparar esses erros mas, certamente, que aprendemos com os mesmos e estes virão sempre à mente em situações futuras, numa nova oportunidade.  

 

Acabo constatando que, de facto, errar faz parte, não conseguimos fugir de tal por muito que ponderemos as decisões ao longo da nossa vida, a diferença (ou o problema) é a forma como encaramos esse erro.

update

Tri, 18.05.18

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Tenho muitas saudades de escrever aqui no blog.

 

A verdade é que, como já referi inúmeras vezes, o tempo é algo difícil de gerir e, eventualmente, não o estarei a fazer da melhor forma.

E então que tenho feito?

Infelizmente, de forma bem resumida é só trabalho, trabalho e mais trabalho.

 

Pendentes acumulados, prazos para cumprir, muita ansiedade e nervos com que lidar…não sei para onde me hei-de virar.

 

A juntar a tudo isso existe o facto de as novas tecnologias existirem para facilitarem a nossa vida, de tal forma que estamos sempre contactáveis em qualquer lado (e toda gente sabe isso!), logo enviam um e-mail e exigem ter a resposta nos 5 minutos seguintes.

 

Mas já ninguém tem paciência para esperar?!? Pelo menos, o tempo mínimo admissível…

 

Temos tudo demasiado disponível na vida. É tudo demasiado confortável.

 

Slowliving!? Estamos a perder! A perder o ritmo lento em que as coisas apareciam feitas (e bem feitas) mas sem a imposição dos dias atuais, em que nos exigem uma ocupação constante, conexão a tudo e todos, coisas rápidas e imediatas.

 

Espero profundamente que seja uma fase e, depois, espero voltar à ‘programação habitual’.

 

Só me apetece fugir daqui, isolar, respirar fundo e esperar que tudo desapareça e que quando eu voltar tudo tenha passado…

sermos pais dos nossos pais

Tri, 27.03.18

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As linhas delineadas nos rostos dos nossos pais, não são meras rugas, são marcas das lutas diárias, da vida a acontecer, das noites mal dormidas e sonos perdidos por nós.

 

 Os nossos pais não serão jovens para sempre, um dia, vão envelhecer. 

E creio que deverá ser uma honra se tivermos a oportunidade de presenciar esta fase da vida deles, pois teremos a oportunidade de retribuir todo o cuidado e dedicação que tiveram connosco, enquanto nos formaram pessoas.

Certamente, fizeram o melhor que souberam e que puderam de acordo com o que a vida lhes proporcionou.

 

Categoricamente, não creio que seja uma fase fácil também, teremos que estar melhor preparados para quando esta fase chegar. A velhice vai torná-los carentes, necessitados de atenção e de ouvidos pacientes que oiçam as suas mágoas e lembranças.

 

Mas essas lembranças, onde constaremos pela certa, farão com que se sintam vivos e por isso é tão importante que não as percam.

 

Ainda assim, terão retrocessos físicos (ainda que não muito graves, mas os inerentes ao avançar da idade), o corpo franzino precisará do nosso apoio para se mover, tal como fizeram connosco quando nos ensinaram um dia a andar.

A cabeça começará a ficar confusa e a contar as mesmas histórias, vezes e vezes sem conta, com o entusiamo de como se fosse a primeira vez.  

As inseguranças de infância (das quais já nem nos lembramos) têm tendência a repetir-se na velhice…sempre ouvimos dizer “que na velhice voltamos a ser crianças” e não foge muito à realidade; daí a necessidade premente de cuidados e atenção; da troca de papéis.

 

Não obstante, acredito plenamente que não estamos preparados para sermos pais dos nossos pais; é um processo de adaptação e aprendizagem.

 

Quer dizer, velho é um conceito relativo (sempre o é); para mim os meus pais não são velhos, estão simplesmente a envelhecer, no entanto, aos olhos do meu sobrinho eles são velhos, aos olhos dos amigos deles são perfeitamente normais, aos olhos dos meus avós seriam ainda uns jovens. É sempre relativo …

 

A maior dificuldade reside em conciliarmos o nosso espirito de filhos adultos com o progressivo envelhecimento deles; largarmos os ideais de criança de que os nossos pais são heróis, que são invencíveis e que estarão cá para sempre.

E assim, nada é mais justo do que estarmos ao lado deles quando precisarem, tanto ao longo da sua vida adulta como na velhice.

Ainda que, por vezes, a paciência nos possa trair e o aborrecimento surja, não é contra eles…é contra o tempo, o mesmo tempo que nos ensina, educa, cura e faz crescer e que os está a levar de nós.

Devemos tratá-los com carinho, respeito, oferecer-lhes colo (tal como fizeram connosco), em forma de companhia, de cuidado, de atenção, de sorrisos, de uma mão estendia e braços abertos.

 

É dar-lhes mais paciência e menos exasperação. Menos desassossego e mais apoio. Mais companheirismo e menos acusações. Mais afeto e menos cobranças.

Eles estão apenas a envelhecer; tal como todos nós, a cada dia que passa.

viver sem pressas

Tri, 15.12.17

Não tenho escrito ao ritmo que gostaria nem atualizado convenientemente este blog…tem-me custado manter o foco.

Mas em compensação tenho vivido experiências novas nos cursos que ando a tirar, tenho tentado pensar mais em mim e cuidar de mim e já dei alguns passos bastante importantes nesse sentido, nomeadamente no campo da saúde.

 

Sabem quando uma pessoa começa a viver de acordo com aquilo em que acredita, que lhe parece fazer sentido, que lhe dá equilibro, e, de repente, parece atrair pessoas que pensam e vivem da mesma forma; livros que só podiam ser mesmo lidos nessa altura, blogs inspiradores que nos aparecem na ‘hora certa’. É o que me anda a acontecer!

 

Acho que as coisas me começam a fazer sentido; me dão alento para uma mudança de vida, mudança de hábitos, mentalidade, para uma vida melhor e mais estável.

Vou continuar a tentar ir mudando, focando-me em abrandar, pensar mais em mim, tentar encontrar o meu equilíbrio para, dessa forma, poder dar-me mais e melhor aos outros.


Vou partilhar convosco algumas dicas que, apesar de não serem novidade, despertam em mim esta vontade de mudar e se as tornar ‘regras’ para a minha vida.

 

❤ Viver sem pressa: acabamos por chegar sempre a todo o lado.

 

❤Desconectar: não levar o telemóvel para o quarto, ou se necessário, não o levar para junto da cama. Dar ao cérebro o descanso devido.

 

❤ Aceitar-se tal como se é

 

❤ Amar o que fazemos e sentir prazer nisso.

 

❤Cuidar dos nossos: Amar quem nos rodeia e demonstrarmos isso mesmo, cuidar das nossas relações, não as tomar sempre como certas.

 

❤ Preparar o nosso corpo para o descanso: comer algo leve ao jantar e dormir as horas necessárias que o corpo exige (a roupa vai continuar por passar e arrumar, mas quando pegarmos nesses afazeres vamos ter muito mais energia)

 

❤ Saber parar: quando necessário parar. Parar a correria do dia-a-dia e respirar fundo, despois continuar. Parar alguma tarefa mais stressante, analisar os prós e contras e depois continuar…é que flui muito melhor.  

❤ Agradecer pelas coisas mais simples, todos os dias. Gratidão pelo que temos perante as atrocidades a que assistimos no mundo.  

 

❤ Contribuir para o nosso planeta. Das mais simples formas, como ajudar a reciclar, até envolvimentos mais complexos com associações ambientais. É urgente tratamos do nosso planeta que, de facto, não é ‘nosso’ é apenas emprestado e, como tal, todos temos responsabilidade sobre ele e de o deixar melhor para as gerações futuras.

 

❤ Simplificar: as nossas rotinas, os nossos hábitos, diminuindo drasticamente a quantidade de coisas que usamos diariamente. Nomeadamente em questões de produtos de beleza, guarda-roupa e afins. Reunimos tanta ‘tralha’ que até a escolha se torna difícil

 

❤ Descomplicar: esta é a mais difícil, mas passa simplesmente por desligarmos o descomplicómetro, olhando para uma situação sob o prisma mais simples

 

❤ Rir: rirmos de nós próprios e rir da vida. Rir muito e sempre, pois só assim é que vale a pena viver a vida

isto há cada um ...

Tri, 28.11.17

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Eu sei claramente que não me acontece só a mim, mas chateia …

 

Pessoas estacionarem (mal) em frente ao meu carro que está bem estacionado (no devido lugar para o efeito, vá).

Pessoas estacionarem em frente ao meu carro que está bem estacionado e ficarem dentro do carro.

Pessoas estacionarem em frente ao meu carro que está bem estacionado, ficarem dentro do carro e verem-me a abrir o meu e a entrar e não se mexerem.

Pessoas estacionarem em frente ao meu carro que está bem estacionado, ficarem dentro do carro e verem-me a abrir o meu e a entrar…e ainda tenho que apitar para alertar e com maior das latas me perguntam:

 

“Quer sair?!”

“Não! Claro que não, vim só para ficar a olhar para si!”

 

(ainda assim, é melhor que as pessoas que deixam o carro, vão para longe e voltam 3h depois … é que não há buzinadela que safe)