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Estou só a dizer coisas ...

um espaço para a reflexão e partilha ...

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Estou só a dizer coisas ...

14
Jun18

podemos recomeçar?

publicado por Tri

MAMTRA_RECOMEÇAR_1.jpg

Todos temos momentos na vida em que cometemos erros e por muito que tentemos ter pensamento positivo e atrair coisas positivas…há momentos em que simplesmente parece que o universo se esqueceu de nós…

 

O erro faz parte da vida (é mesmo bom que aconteça) faz com que possamos aprender, ver novas perspetivas sobre a vida, perceber o que funciona ou não, faz-nos crescer!

Mas depois temos momentos em que o tal erro acarreta consequências elevadas e, depois, temos que ser fortes o suficiente para as aceitar.

 

Será que não podemos simplesmente recomeçar? Passar uma borracha e recomeçar, tudo direito desta vez, sabendo já o que não fazer…(era tão bom que assim fosse)

 

Há alturas em que parece que se torna difícil sermos positivos…

 

Certo é que todos temos consciência que as nossas vidas derivam do somatório entre as nossas atitudes, escolhas e decisões. Daí que nem sempre o que planeamos é cumprido ou funciona.

Mas todos sabemos também que derrotas e conquistas fazem parte do nosso crescimento enquanto individuo, temos que atravessar adversidades, umas com maior dificuldade que outras.

 

 E aí surge o sucesso do nosso desenvolvimento pessoal; surge porque aprendemos com os nossos erros, porque transformamos os fracassos em oportunidades para fazer melhor, é assim o nosso recomeço, mais seguro e tranquilo sabendo de antemão o que não devemos fazer ou dizer.

 

Afinal de contas sempre há recomeços….não voltamos à estaca zero mas temos uma grande vantagem connosco: a aprendizagem obtida. Muitas vezes não temos oportunidade de reparar esses erros mas, certamente, que aprendemos com os mesmos e estes virão sempre à mente em situações futuras, numa nova oportunidade.  

 

Acabo constatando que, de facto, errar faz parte, não conseguimos fugir de tal por muito que ponderemos as decisões ao longo da nossa vida, a diferença (ou o problema) é a forma como encaramos esse erro.

18
Mai18

update

publicado por Tri

slowliving.jpg

Tenho muitas saudades de escrever aqui no blog.

 

A verdade é que, como já referi inúmeras vezes, o tempo é algo difícil de gerir e, eventualmente, não o estarei a fazer da melhor forma.

E então que tenho feito?

Infelizmente, de forma bem resumida é só trabalho, trabalho e mais trabalho.

 

Pendentes acumulados, prazos para cumprir, muita ansiedade e nervos com que lidar…não sei para onde me hei-de virar.

 

A juntar a tudo isso existe o facto de as novas tecnologias existirem para facilitarem a nossa vida, de tal forma que estamos sempre contactáveis em qualquer lado (e toda gente sabe isso!), logo enviam um e-mail e exigem ter a resposta nos 5 minutos seguintes.

 

Mas já ninguém tem paciência para esperar?!? Pelo menos, o tempo mínimo admissível…

 

Temos tudo demasiado disponível na vida. É tudo demasiado confortável.

 

Slowliving!? Estamos a perder! A perder o ritmo lento em que as coisas apareciam feitas (e bem feitas) mas sem a imposição dos dias atuais, em que nos exigem uma ocupação constante, conexão a tudo e todos, coisas rápidas e imediatas.

 

Espero profundamente que seja uma fase e, depois, espero voltar à ‘programação habitual’.

 

Só me apetece fugir daqui, isolar, respirar fundo e esperar que tudo desapareça e que quando eu voltar tudo tenha passado…

14
Mai18

reflexão #53

publicado por Tri

"Todos nascemos filhos de mil pais e de mais de mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo. (...) Somos o resultado de tanta gente, de tanta história, de tão grandes sonhos que vão passando de pessoa a pessoa, que nunca estaremos sós."

 

Valter Hugo Mãe

in "O filho de mil homens"