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Estou só a dizer coisas ...

um espaço para a reflexão e partilha ...

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Estou só a dizer coisas ...

02
Ago17

os prazeres do verão

publicado por Tri

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 Finalmente o calor veio para ficar (felicidade para as pessoas, como eu, que são ‘cubos de gelo’ e desespero para os ‘fornos-ambulantes’) e que bem que sabe o quentinho do verão, acordar com o sol a brilhar e sair do trabalho a tempo de ver o pôr-do-sol.

Então hoje apeteceu-me fazer uma ode de adoração ao verão (prometo não fazer poemas com rimas parolas) e celebrar a vida.

 

Adoro a pausa que acontece na cidade! Todo o mundo vai de férias e, eis senão quando nos apercebemos (pasmem-se, caros leitores!) de que é possível andar na cidade sem trânsito! Poder chegar e sair do trabalho sem tem que passar pelo stress do trânsito, ter a cidade com um pouco menos de gases dos tubos de escapes …acho que descobri a solução caros governantes, redistribuição da população pelo território (ou então apenas férias vitalícias para a malta vá).

 

O efeito antidepressivo que a luz solar tem em nós, é incrível. Todas as pessoas andam mais bem-dispostas, com mais energia, mais alegres (até o ‘trombudo’ lá da empresa, vejam bem).

Poder usar pouca roupa e mais leve (pouca roupa, não é andar nua); adoro a facilidade com que nos podemos vestir no verão. Usar pouca roupa, leve e fresca e cheia de cores alegres e padrões vibrantes.

 

LER, LER MUITO! No verão podemos deliciar-nos a ler um livro de fio a pavio, os dias (que são mais compridos?!) parece que ajudam, que motivam à leitura e que nos dão mais horas por dia de forma a ‘esticarmos’ o nosso tempo. E que prazer me dá!

Ler é viajar sem sair do lugar, voar sem ter asas, sonhar acordado, navegar num mar de palavras imenso e dar asas à imaginação.

 

Gelados…huuuum…de todos os sabores, mas especialmente gelados artesanais, de chocolate, de doce de leite, de meloa, de cheesecake, de maracujá…huuuum, já disse gelados?

Não é que não se possam comer durante o resto do ano, mas a temperatura atmosférica parece que ‘não puxa’, já está demasiado frio para ainda estar a consumir uma coisa que não é fria é gelada!

 

A partilha, a partilha que o verão nos proporciona encanta-me. Estes dias, ditos maiores, permitem-nos partilhar mais momentos com os amigos, com a família, estarmos mais presentes, fazermos mais programas juntos. Partilhar o tempo em conjunto. É mesmo o ideal.

 

E assim fiquei a salivar por uns diazinhos de férias, que teimam em demorar, e vou-me contentando em acompanhar as vossas férias.

Uns excelentes dias de férias para quem os tem, aproveitem ao máximo! ;)

27
Jul17

ler é o melhor remédio

publicado por Tri

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- Com dor de dentes? Lê que esqueces-te logo da dor

- Tristeza depressiva? Lê uma comédia, muda-te logo o estado de espirito

- Com borboletas e corações a voarem á tua volta? Lê e reforça o teu estado apaixonado

- Rabugento? Lê e o teu humor irá mudar

 

Portanto, acredito que de facto ler é um ótimo remédio (OK! Ainda não cura doenças, é verdade, mas faz tão bem à alma!) e seja qual for o nosso estado de espirito a leitura vai acompanhar, vai melhorar (se escolhermos o tema apropriado claramente). O hábito de ler permite encontrar prazer, aconchego e até amizade nas palavras do escritor.

 

Quando escrevi aqui sobre a minha falta de tempo, ou melhor sobre a falta de tempo para mim, para estar, para me orientar, dediquei depois algum tempo a ler alguns blogs e descobri a Rita e que bem me fez.

Deixo-vos aqui o blog dela com o qual me identifiquei totalmente, com o qual concordo e que me abriu alguns horizontes.

Ler o blog dela não me curou o ‘dilema’, no entanto, permitiu-me começar a arrumar a cabeça (sim, de facto li quase de ponta a ponta como se de um romance se tratasse) permitiu-me começar a pensar e refletir sobre outras questões que me fazem todo o sentido e que, certamente, me vão ajudar a organizar melhor, a definir melhor as minhas prioridades e pôr-me a mim em primeiro às vezes (huuumm, ainda estou reticente com tal…mas prometo tentar, pelo menos uma vez).

 

E, acredito profundamente, que ler é mesmo um dos melhores remédios, pode não curar doenças graves, mas ajuda a manter a sanidade mental, ajuda a desenvolver a imaginação, ajuda a promover o sonho, e mesmo em doenças graves que grande diferença faz esta promoção da estabilidade mental.

25
Jul17

reflexão #18

publicado por Tri

"Não estou à espera de que cada pessoa se consuma num esforço para mudar o mundo. O que peço é que cada pessoa trabalhe arduamente para agir como deve nos limites das suas capacidades únicas."

 

Michael Adamse

in "O Psicólogo de Deus"

24
Jul17

calma precisa-se

publicado por Tri

Preciso de calma!

Apesar de ser das coisas que mais detesto que me digam (é que honestamente não tem esse efeito mas sim o adverso…a palavra calma faz-me irritar).

Sinto que não tenho tempo, ou que o tenho deverás ocupado e, como tal, sinto-o a fugir…

 

Não teoria (e na perspetiva dos outros) tenho ‘bastante tempo’, ‘faço uma boa gestão do tempo’, consigo ‘conciliar tudo na vida’; Na realidade é mais “estou a sufocar mas não consigo dizer que não a ninguém e, de repente, dou por mim comprometida com diversos acontecimentos a que não posso faltar e a correr que nem louca de uns para os outros” (se calhar até posso e ninguém daria pela minha falta, mas eu creio que não posso…).

 

Não é de agora, eu sei, é um defeito (será que é feitio?!) que já me acompanha à alguns anos mas cada vez mais complicado de conciliar. Dou por mim a querer fazer tudo, a querer estar com todas as pessoas e tudo ao mesmo tempo.

 

Não quero dizer com isto que corro os “quatros cantos do mundo” para responder aos compromissos, não de todo, mas é preciso tempo para estar e usufruir de tudo: é a família, os amigos, os aniversários que se acumulam, o ir ‘á terra’ que nunca pode ser uma visita singela sem correr todas as ‘capelinhas’, é o voluntariado semanal, é o trabalho, é o ir aos casamentos e batizados, é o voluntariado mensal, é o receber gente, é o mostrar a cidade ‘a gente’, é as reuniões do voluntariado, é o estar com A tribo, é o estar com O tótó…um sem fim de coisas que me pedem para PARAR, para ESTAR, para SENTIR.

 

Dou por mim a dizer que sim a tudo e todos, e por vezes a correr e sair de um momento com alguém para ir ter com outras pessoas; sinto-me a correr e a despachar visitas e não quero de facto. Quero começar a parar, aprender a parar, a ter paciência, a saborear os momentos e a vida, ter o meu tempo e respeitá-lo.

 

Alguém me disse “ o que não acontecer agora, acontece depois e não faz mal nenhum que não saibas quando. Simplesmente esperas. O dia não tem de ter mais horas e a semana não tem de ter mais dias. Só tens que aprender a ser mais paciente.”

Parece simples a teoria, não é?

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18
Jul17

reflexão #17

publicado por Tri

"Os princípios básicos do que é preciso para ser uma boa pessoa não são propriamente ciência espacial. É sobretudo uma questão de bom senso. Basta prestarmos atenção à bondade uns dos outros. Há um reconhecimento imediato do que é a bondade."

 

Michael Adamse

in "O Psicólogo de Deus"

17
Jul17

o amor não podia ser simples?

publicado por Tri

O amor é muito como aprender a falar, a andar ou a comer. É algo que nos é natural mas tem que ser induzido, tem que ser explicado para que nos habituemos. Precisamos de confiar na pessoa que nos estende a mão e que nos garante paz. Que nos diz que estará sempre ali, com a sua mão na nossa. Precisamos de coragem para acreditar e arriscar, mesmo sem saber para onde vamos; amor é arriscar e ir.

 

Mas porque é que o amor vem sempre acompanhado de sofrimento, de angústia? Porque é que são sentimentos tão opostos mas que andam de mãos dadas? Porque não pode simplesmente ser simples, bonito, ardente, carinhoso.

 

Quando amamos, desejamos muito alguém, o seu bem-estar e a sua felicidade e envolvemo-nos de tal forma que sentimos todas essas conquistas como nossas e todas as falhas e derrotas, de tal forma que dói muito e aperta o coração como se se tratasse das nossas próprias derrotas. Amar é sofrer em conjunto, amar é ter o coração sempre pequenino porque nos preocupamos com a felicidade de alguém tanto, ou mais, do que a nossa própria.

Amar é desejar sempre, e muito, e quando não temos sentimos aquele ‘baque’ no coração que aperta e que dói, dói muito.

 

Não pode o amor ser simplesmente bonito e caloroso? Não pode o amor largar a mão do sofrimento?

Eu agradecia …

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